quinta-feira, 19 de setembro de 2013

conteúdo programático


DESENVOLVIMENTO RURAL

AGRONOMIA

ANO LETIVO:                2013.2              TRIMESTRE:     7º                           PROFESSOR (A): JOAQUIM TORRES FILHO
DISCIPLINA:  FITOPATOLOGIA
DATA
CONTEÚDOS DESENVOLVIDOS
20/09/2013
Histórico e importância da fitopatologia; Classificação de doenças de plantas
27/09/2013
Ciclo das relações patógeno-hospedeiro; Etiologia e Sintomatologia.
04/10/2013
Aula prática de campo sobre sintomatologia (Fazenda Piroás)
11/10/2013
Coleta e remessa de material para exame fitopatológico
18/10/2013
Principais doenças de hortaliças, fruteiras e grandes culturas
25/10/2013
Aula prática sobre doenças de hortaliças, fruteiras e grandes culturas (Campus do Pici)
01/11/2013
Primeira avaliação; Ação do meio ambiente sobre doenças de plantas
08/11/2013
Fisiologia do parasitismo e mecanismos de resistência de plantas às doenças
22/11/2013
Seminários sobre bactérias, fungos, vírus, nematoides e viróides como agente de doenças de plantas
29/11/2013
Segunda avaliação; Princípios e Medidas de Controle
06/12/2013
Manejo Integrado de doenças de plantas
13/12/2013
Avaliação Final


























Professor (a):_________________________________     Coord. do Curso__________________________     Resp. pelo Recebimento________________________________

                            Este mapa de frequência é válido somente com as Assinaturas do Professor, do Coordenador e do Responsável pelo Recebimento.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

1.                  Com base no texto: Do ponto de vista epidemiológico, os aspectos mais importantes das interações de micro-organismos e fitomoléstias do sistema radicular sejam os que resultam no controle biológico. As fitomoléstias do sistema radicular surgem em decorrência de desequilíbrio na população de fitopatógenos, seja este causado por favorecimento (monocultura de plantas suscetíveis), por introdução inadvertida de propágulos de fitopatógenos, seja pelo desfavorecimento da população de antagonistas (utilização de pesticidas que afetam mais a população de antagonistas que a de patógenos).
Caso 1:  A cultura do maracujazeiro apresenta a murcha causada por Fusarium oxysporum f. passiflorae como uma das grandes ameaças ao plantio. A incidência é grande, principalmente em solos ácidos e arenosos. Explique a situação com base no texto acima.
Caso 2: Do ponto de vista sintomatológico como se classificam os sintomas desta doença?
Caso 3: Faça o organograma do ciclo da doença
2.            Mudanças na resistência do hospedeiro ao patógeno (predisposição). Há evidências de que, sob condições de estresse hídrico, há decréscimo da atividade fotossintética e da síntese protéica. Estas reduções podem acarretar em menores atividades de metabólitos e enzimas importantes para resistência de plantas à doença (Boyer, 1995). Explique e justifique.
3. Quando se compararam seis classes de solo na severidade de murcha de fusarium em tomateiro, o efeito supressivo relacionou-se com textura argilosa, ausência de saturação por alumínio, alto teor de matéria orgânica e caráter eutrófico. Solos conducivos foram de textura arenosa, caráter álico e menor teor de matéria orgânica. A esterilização do solo não afetou o desenvolvimento da doença, o que sugere que fatores abióticos foram responsáveis pela supressividade/conducividade (Rodrigues ET al., 1998). Responda: O que é solo supressivo? Quais os motivos da resistência a esta doença em solo supressivo? Como você recomendaria o plantio?
4. Apresente uma doença citada na sua apresentação e descreva: a) sintomatologia com ilustração; b) ciclo da doença com organograma; c) epidemiologia (curva de progresso da doença).

5. Redação no máximo de 30 linhas sobre: A importância dos aspectos sintomatológicos, epidemiológicos e do ciclo da doença na Fitopatologia.

Extratos do texto:  Ecologia e manejo de patógenos radiculares em solos tropicais / eds. Sami J. Michereff,
Domingos E. G. T. Andrade, Maria Menezes. – Recife : UFRPE, Imprensa Universitária, 2005. 398 p. : il. Bibliografia ISBN 85-87459-09-0 CDD 632
CDU 632 1. PATÓGENO RADICULAR 2. INOCULAÇÃO 3. ECOLOGIA 4. MANEJO 5. CONTROLE QUÍMICO 6. CONTROLE BIOLÓGICO 7. CONTROLE INTEGRADO 8. CONTROLE GENÉTICO 9. NUTRIÇÃO MINERAL 10. MICROBIOTA 11. SISTEMA VASCULAR I.
Michereff, Sami J. II. Andrade, Domingos E. G. T. III. Menezes, Mariahttp ://www.pgfitopat.ufrpe.br/publicacoes/samilivro3.pdf#page=218 

Prazo de entrega até 31/05/2013 12h

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Estudo dirigido de epidemiologia

Resolvam o estudo dirigido que teve por base o artigo:


Ghini, Raquel
Impactos das mudanças climáticas sobre doenças de importantes culturas no
Brasil / editores Raquel Ghini, Emília Hamada, Wagner Bettiol. – Jaguariúna:
Embrapa Meio Ambiente, 2011.
356 p.
ISBN 978-85-85771-51-5
1. Mudança climática. 2. Doença de planta. I. Hamada,
Emília. II. Bettiol, Wagner. III. Título.



                                                                                                     foto by jtorres

O oídio, também denominado cinza do cajueiro, é uma doença comum, porém de pequeno impacto econômico no Nordeste. No entanto, na África, causa sérios problemas à cultura do cajueiro, principalmente quando incide sobre a inflorescência, impedindo a formação dos frutos. A doença torna-se mais severa logo após o período chuvoso, quando a umidade relativa e a temperatura são elevadas (Kimati et al., 2005).
Sintomas - Os sinais são caracterizados por um delicado crescimento branco-acinzentado, na superfície das folhas e inflorescência, constituído por micélio, conidióforos e conídios do patógeno. O fungo emite haustórios para o interior das células epidérmicas, de onde absorvem os nutrientes. Em decorrência disto, o tecido afetado exibe pontos neuróticos, escuros, mais pronunciados na face inferior da folha. Com a evolução dos sintomas, pode ocorrer a queda prematura de folhas e flores. O patógeno pode penetrar no tecido da planta em qualquer fase de seu desenvolvimento (Kimati et al., 2005).
Etiologia - O agente causal é o fungo Oidium anacardii. Seus conídios hialinos são produzidos em conidióforos curtos, em cadeias eretas, formando um ângulo reto com a superfície do hospedeiro. Na fase perfeita ou teleomórfica, Erysiphe polygoni, forma cleistotécios escuros, dotados de apêndices, sobre o micélio superficial, contendo vários ascos e, dentro destes, ascósporos hialinos e unicelulares (Kimati et al., 2005).
1. Nesta fase o fungo pertence a qual classe?
O patógeno pode ser facilmente disseminado pelo vento e pelos insetos. Como o crescimento é superficial, chuvas pesadas removem o micélio do limbo foliar ou de qualquer outro órgão afetado. As condições que favorecem a doença são alta umidade relativa, sem ocorrência de chuva, e temperatura em torno de 28 °C (Kimati et al., 2005).
Epidemiologia - O. anacardii pode ser encontrado sobre plantas de cajueiro durante todo o ano, não obstante exerça sua patogênese com maior intensidade de julho a dezembro, quando as temperaturas variam de 23 a 32° C. Mesmo durante este período, normalmente a época mais seca no Nordeste, a umidade relativa pode chegar a atingir 80%, facilitando a patogênese do fungo. Os conídios são disseminados pelo vento e requerem 90 a 100% de umidade relativa para a germinação e uma faixa ótima de temperatura de 26 a 28 °C. A partir de janeiro, caso se inicie o período chuvoso, somente é possível encontrar o fungo em folhas do interior da copa, protegido da insolação e da chuva (Stadnik et al., 2001).
Ao contrário do que ocorre no Brasil, nos países africanos é, mais comum o fungo infectar órgãos jovens, provocando quase sempre efeitos devastadores na produção. Após o período chuvoso o patógeno atinge seu pico populacional na África, geralmente de junho a setembro, afetando folhas, brotações, inflorescências e maturis (o conjunto pseudofruto + castanha jovem). Mudas e plantas jovens mostram-se extremamente suscetíveis (Stadniket al., 2001).
2.      Conforme o texto: A partir de janeiro, caso se inicie o período chuvoso, somente é possível encontrar o fungo em folhas do interior da copa, protegido da insolação e da chuva (Stadnik et al., 2001). Explique e justifique.
3.      O. anacardii pode ser encontrado sobre plantas de cajueiro durante todo o ano, não obstante exerça sua patogênese com maior intensidade de julho a dezembro, quando as temperaturas variam de 23 a 32° C. Por qual motivo a patogênese apresenta-se com maior intensidade de julho a dezembro?


Situação 2.  Antracnose da pimenta vermelha

A antracnose da pimenta vermelha é favorecida por condições ambientais, como chuva intensa, alta umidade, temperaturas em torno de 250 C e ventos fortes, que ocorrem na época da frutificação no sul do Rio Grande do Sul. Essas condições associadas ao manejo inadequado da cultura, de fertilizantes, do solo e da água, além do manejo fitossanitário, podem favorecer a doença e desencadear grandes perdas.

1.      No caso do Ceará em quais regiões o cultivo da pimenta vermelha poderia ser ameaçado pela antracnose?

2.      O adensamento, a densidade de plantio e a variedade cultivada podem ser fatores comprometedores da ocorrência epidêmica desta fitomoléstia? Explique e justifique.
Situação 3. A análise de epidemias é inerentemente quantitativa e o efeito do impacto potencial das mudanças climáticas nas epidemias também deveria sê-lo. No entanto, em função da necessidade política de prever o futuro, para que ações possam ser tomadas no presente, é comum que textos meramente opinativos e especulativos sejam produzidos sobre o futuro das epidemias. Assim, Boland et al. (2004), imbuídos do senso comum de que os invernos mais curtos e menos rigorosos previstos para a região de Ontário, no Canadá, modificarão o comportamento das epidemias de doenças de plantas, elaboraram uma tabela que antecipa os efeitos das mudanças climáticas na taxa de progresso da doença, no inóculo inicial e na duração das epidemias de 146 doenças de 16 culturas agrícolas e nove espécies vegetais. Foram previstos aumentos no inóculo inicial em 58 % das doenças e aumentos na taxa de progresso das epidemias em 34 % dos casos relatados. As informações que justificaram essas previsões foram as seguintes: (i) invernos menos rigorosos podem diminuir o inóculo de patógenos do solo pela maior competição microbiana; (ii) invernos menos rigorosos devem aumentar o inóculo de patógenos que sobrevivem em restos culturais e em insetos vetores; (iii) as estações de cultivo mais quentes e secas podem aumentar ou reduzir a taxa de progresso da doença, devendo-se verificar, para cada caso, se o patógeno é positiva ou negativamente influenciado por essas variáveis; (iv) as taxas de progresso de doenças transmitidas por insetos vetores devem aumentar, pois haverá mais insetos vindos do sul e sua atividade será aumentada com o clima mais quente; (v) as taxas de progresso de doenças ocasionadas por patógenos que penetram via ferimento deverão aumentar, pois haverá aumento na quantidade de injúrias nas plantas ocasionadas pela maior frequência de eventos climáticos drásticos, como furacões; (vi) as taxas de progresso de doenças ocasionadas por patógenos dispersos pela água devem diminuir, pois haverá redução na quantidade de chuvas. Apesar de demandar enorme esforço, textos opinativos com a antecipação das implicações das mudanças climáticas em epidemias de doenças de plantas, sem dados experimentais, não têm respaldo científico e deveriam permanecer na esfera política.
1.      Faça uma análise crítica do texto e diga se concorda ou não com a previsão da antecipação dos efeitos das mudanças climáticas na taxa de progresso da doença, no inóculo inicial e na duração das epidemias de 146 doenças de 16 culturas agrícolas e nove espécies vegetais.
2.      Como seria uma comparação idêntica dos itens propostos (i; ii; iii....vi) para o caso do período de seca do nordeste? Exemplifique.
Situação 4.

Ralstonia
A murcha bacteriana, causada por Ralstonia solanacearum, pode ser considerada uma das mais importantes doenças de um grande número de culturas em regiões tropicais, subtropicais e temperadas quentes de todo o mundo. Essa bactéria tem ampla gama de hospedeiros, incluindo centenas de espécies em cinquenta famílias (JI et al., 2007).
A raça 1 afeta um elevado número de hospedeiros, como fumo, tomate, batata, bananas diplóides e outros, sendo conhecida como a raça das solanáceas, com um ótimo de crescimento em elevadas temperaturas (35 °C a 37 °C). A raça 2 causa doença conhecida como “moko” em bananas triplóides, e também afeta espécies de helicônias, sendo considerada a raça das musáceas, tendo também um ótimo de crescimento em temperaturas elevadas (35 °C a 37 °C). A raça 3 ataca, principalmente, batata e tomate, além de outras espécies, para as quais é pouco virulenta, mas apresenta um ótimo de temperatura mais baixo (27 °C). Essa raça afeta diversas plantas daninhas, tendo sido descrita também em gerânio (JI et al., 2007). Além de temperaturas elevadas, alta umidade do solo ou períodos de clima úmido e estações chuvosas são associados à maior severidade da murcha bacteriana (FEGAN; PRIOR, 2006).
A murcha-bacteriana do tomateiro é uma das principais doenças da cultura no Brasil, sendo causada pelas raças 1 e 3 e, raramente, pela raça 2. A raça 1 é endêmica nas Américas e pode causar murcha também em berinjela, pimenta, batata e tabaco. As condições favoráveis para a doença são elevadas temperaturas do solo, de 28 °C a 32 °C, e solos úmidos, encharcados e com pH abaixo de 7,0. Abaixo de 21 °C, as plantas, mesmo infectadas, não exibem sintomas (KUROZAWA; PAVAN, 2005). Considerando o País como um todo, provavelmente, a importância da murcha-bacteriana em tomate e outras solanáceas pode vir a aumentar especialmente nas regiões Norte e Nordeste (GIORIA et al., 2008) no período de dezembro a junho, em que a temperatura média, considerando o cenário A2, será próxima de 30 °C (Capítulo 2), mais favorável para a doença que a temperatura média que predomina nessas regiões atualmente. Prevê-se redução na intensidade das chuvas ao longo do ano nas regiões Norte e Nordeste, mas a precipitação de dezembro a maio ainda será elevada, portanto, os danos causados pela murcha podem ser graves nessas regiões, especialmente após elevadas precipitações.

1.      As considerações abordando temperatura e pluviosidade de maneira isolada com base em cenários futuros constituem indicadores fortes de previsão de epidemias da murcha bacteriana no presente caso? Explique e justifique.

Situação 5. Fusariose no abacaxizeiro

A fusariose é o principal fator limitante à exploração comercial do abacaxi no Brasil. Capaz de atacar todas as partes da planta, causa podridões que se caracterizam pela exsudação de uma substância gomosa. O patógeno é responsável por perdas na produção de frutos superiores a 80 %, a depender do potencial de inóculo, da região e da época de produção. Esta variação dentro de determinada região está relacionada às condições ambientais durante o período compreendido entre o tratamento de indução floral e a colheita dos frutos (MATOS, 1999).
Estudos realizados na região produtora de abacaxi de Coração de Maria, Bahia, mostraram que quanto mais elevada a precipitação pluviométrica no período compreendido entre a indução floral e a colheita dos frutos, maior será a incidência da fusariose. Os mesmos estudos mostraram também que quanto maior for o número de horas por semana, na faixa de temperatura compreendida entre 15 °C e 22 °C, depois do tratamento de indução floral, mais elevada será a incidência da fusariose nos frutos. Por outro lado, a predominância de períodos de ocorrência de temperaturas acima de 28 °C após a indução floral resultou em diminuição gradativa na incidência da doença, atingindo níveis insignificantes a temperaturas superiores a 35 °C. Esses resultados mostram, claramente, a influência da temperatura e da precipitação pluviométrica, durante o desenvolvimento da inflorescência, sobre a incidência da fusariose nos frutos do abacaxizeiro. Indicam também que a associação de temperaturas baixas com precipitações elevadas potencializa a incidência da doença (MATOS et al., 2000).
Partindo-se desses conhecimentos espera-se que a incidência da fusariose nos frutos deverá decrescer à medida em que a temperatura se situar acima de 35 °C e a pluviosidade diminuir em decorrência do aquecimento global, desde que essas condições ambientais predominem durante o desenvolvimento da inflorescência, tanto dentro das regiões produtoras tradicionais, quanto nas novas fronteiras agrícolas que venham a ser abertas para o cultivo do abacaxizeiro decorrentes do referido efeito climático.
A dispersão de Fusarium subglutinans f. sp. ananas do Sudeste para o Nordeste e Norte do Brasil e seu consequente estabelecimento nessas regiões sugere ampla capacidade adaptativa do patógeno a novos ambientes, haja vista a diversidade de características climáticas das regiões produtoras afetadas, especialmente na região Norte, onde a maioria dos plantios comerciais de abacaxi localizam-se em regiões de temperaturas bastante elevadas, em comparação com o Sul e Sudeste do País
Situação 3. A análise de epidemias é inerentemente quantitativa e o efeito do impacto potencial das mudanças climáticas nas epidemias também deveria sê-lo. No entanto, em função da necessidade política de prever o futuro, para que ações possam ser tomadas no presente, é comum que textos meramente opinativos e especulativos sejam produzidos sobre o futuro das epidemias. Assim, Boland et al. (2004), imbuídos do senso comum de que os invernos mais curtos e menos rigorosos previstos para a região de Ontário, no Canadá, modificarão o comportamento das epidemias de doenças de plantas, elaboraram uma tabela que antecipa os efeitos das mudanças climáticas na taxa de progresso da doença, no inóculo inicial e na duração das epidemias de 146 doenças de 16 culturas agrícolas e nove espécies vegetais. Foram previstos aumentos no inóculo inicial em 58 % das doenças e aumentos na taxa de progresso das epidemias em 34 % dos casos relatados. As informações que justificaram essas previsões foram as seguintes: (i) invernos menos rigorosos podem diminuir o inóculo de patógenos do solo pela maior competição microbiana; (ii) invernos menos rigorosos devem aumentar o inóculo de patógenos que sobrevivem em restos culturais e em insetos vetores; (iii) as estações de cultivo mais quentes e secas podem aumentar ou reduzir a taxa de progresso da doença, devendo-se verificar, para cada caso, se o patógeno é positiva ou negativamente influenciado por essas variáveis; (iv) as taxas de progresso de doenças transmitidas por insetos vetores devem aumentar, pois haverá mais insetos vindos do sul e sua atividade será aumentada com o clima mais quente; (v) as taxas de progresso de doenças ocasionadas por patógenos que penetram via ferimento deverão aumentar, pois haverá aumento na quantidade de injúrias nas plantas ocasionadas pela maior frequência de eventos climáticos drásticos, como furacões; (vi) as taxas de progresso de doenças ocasionadas por patógenos dispersos pela água devem diminuir, pois haverá redução na quantidade de chuvas. Apesar de demandar enorme esforço, textos opinativos com a antecipação das implicações das mudanças climáticas em epidemias de doenças de plantas, sem dados experimentais, não têm respaldo científico e deveriam permanecer na esfera política.
3.      Faça uma análise crítica do texto e diga se concorda ou não.
4.      Como seria uma comparação idêntica dos itens propostos (i; ii; iii....vi) para o caso do período de seca do nordeste? Exemplifique.
Metodologia: Equipes de 3 alunos, enviando o resultado para o email joaquim.torres55@gmail.com até 25/05/2013 18h.



quinta-feira, 16 de maio de 2013




AULA 17/05/2013

1.       Leiam o artigo: Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo  problema do tomateiro http://bbeletronica.cnph.embrapa.br/2006/ct/ct_41.pdf  , bem como a apostila e capítulo do livro Manual de Fitopatologia sobre  EPIDEMIOLOGIA DE DOENÇAS DE PLANTAS
2.       Responda:
a)      Como se classifica esta fitomoléstia conforme McNew? 
b)      Quais os sintomas desta fitomoléstia?
c)       Quais fatores podem comprometer a resistência de sementes de tomate a esta doença?
d)      Por acaso a vulnerabilidade genética poderia ser um deles?
e)      Os autores se referem como surto epidêmico, então o que você entende por epidemia?
f)       No presente caso é uma epidemia poliética, pandemia ou endemia? Explique e justifique.

g)       Ocasionalmente, entretanto, algumas epidemias surgem repentinamente, escapam ao controle e tornam-se amplamente dispersas ou severas em algumas espécies de plantas particulares. Seria o caso desta fitomoléstia?

h)      Os autores mencionam que uma das causas é o desconhecimento da importância da doença, diagnose e controle. Como você justificaria este ponto de vista e o que faria para contornar o problema com os agricultores?

i)        A não utilização da  resistência genética, tecnologia eficaz e  “limpa”, vai contra todos os esforços que vêm sendo feitos para a redução de uso  de agrotóxicos. Explique este ponto de vista dos autores.
j)        Do ponto de vista epidemiológico, se você fosse coordenar um grupo de pesquisadores para investigar o problema, quais os objetivos que você estipularia?
k)      Com base no diagrama abaixo, explique o problema e as possíveis soluções.
l)        Quais as possíveis condições que afetam o desenvolvimento desta fitomoléstia do ponto de vista dos fatores do hospedeiro? Comente cada uma delas em função do problema. Lembre-se que trata-se do retorno da doença como relevante para a cultura.
m)    Quanto a possíveis fatores do patógeno, poderíamos atribuir importância como indutores da magnitude da epidemia?  Nível de virulência e agressividade; Quantidade de inóculo próximo ao hospedeiro; Tipo de reprodução; Ecologia e modo de disseminação do inoculo.
n)      E o que dizer dos fatores ambientais? Umidade, luminosidade, pH, temperatura, umidade relativa, etc?
o)      E aos fatores do homem?
·         Metodologia da apresentação do trabalho em grupo: PBL – Aprendizagem Baseada em Problemas;
·         2 grupos constituídos de 6 alunos e um aluno como moderador;
·         Apresentação dia 22/05/2013;
·         Para realizar analisar o problema, fazer leitura do artigo e do capítulo do livro/ou apostila antes do estudo do caso.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Estudo dirigido sobre doença de planta




APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMA

O PROBLEMA: Ocorrência do nematóide Meloidogyne mayaguensis na cultura da goiabeira.

1.      Importância, Generalidades sobre a doença; histórico e evolução;

2.      Sintomatologia: Principais sintomas, classificação e descrição;

3.      Etiologia;

4.      Ciclo das relações patógeno x hospedeiro;

5.   
Classificação da doença: Classificação da doença com base nos processos fisiológicos interferidos; Princípios vitais de Mc New, Grupos de doenças;

6.      Epidemiologia;

7.   Sobre o patógeno: Nematóide Fitopatogênico: Importância, ocorrência e distribuição, anatomia, tipos de parasitismo, sintomas, danos, interações com outros  fitopatógenos e métodos de controle.


 Grupo de 5 alunos
Entrega via e-mail joaquim.torres55@gmail.com para 16/05/2013